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Luana Piovani reage à aprovação de projeto que limita aborto legal para crianças

Luana Piovani reage à aprovação de projeto que limita aborto legal para crianças

A atriz critica o decreto aprovado pela Câmara dos Deputados que suspende resolução do Conanda sobre atendimento de vítimas menores de violência sexual — entre as críticas, ela afirma: “Criança não é esposa, não é mulher”.

A atriz Luana Piovani voltou a movimentar as redes sociais ao criticar o projeto de lei que pode restringir o acesso ao aborto legal em casos de estupro, inclusive envolvendo crianças e adolescentes. A proposta, que está em discussão no Congresso Nacional, tem gerado preocupação entre profissionais da saúde, juristas e ativistas pelos direitos das mulheres. Para Luana, a medida representa um retrocesso grave nas garantias básicas de proteção à infância e à dignidade feminina.


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Foto: Reprodução/Instagram

Em vídeo publicado nas redes, a atriz foi enfática: “Como alguém pode achar justo obrigar uma criança a ter um bebê fruto de estupro? Isso é desumano”, declarou. A fala repercutiu amplamente e dividiu opiniões. Muitos internautas elogiaram a postura firme da artista, que há anos se manifesta sobre temas sociais e políticos. Outros, no entanto, criticaram o tom direto de suas palavras.

O projeto de lei mencionado por Piovani busca alterar o Código Penal e o Estatuto da Criança e do Adolescente, impondo restrições e exigências adicionais ao procedimento de aborto legal. Especialistas alertam que a proposta pode aumentar o sofrimento de vítimas de abuso e dificultar o acesso a serviços médicos seguros. Além disso, segundo organizações de direitos humanos, a medida fere tratados internacionais dos quais o Brasil é signatário.

Com o debate em alta, Luana reforçou sua opinião e incentivou o público a se informar sobre o tema. “Não é sobre ser a favor ou contra o aborto. É sobre proteger meninas que já foram violentadas”, afirmou. A declaração levou o nome da atriz aos assuntos mais comentados da internet. Assim, o episódio consolidou mais uma vez o papel de Piovani como uma das vozes mais ativas no debate público sobre direitos das mulheres e da infância no Brasil.

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